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14/10/2021 - A SAGA do trabalho
De Alaxendro Rodrigo Dal Piva “Vivo em mundo cruel, não consigo colocação, deixei meu currículo em várias empresas, ninguém me chama, estudei tanto e não consigo nenhum trabalho, não valorizam meu conhecimento, tenho potencial para mais e não me reconhecem, onde trabalho não usam minhas habilidades”, e aí vai... VOCÊ JÁ SE DEPAROU COM ESTAS EXPRESSÕES? Até parece títulos de uma série da SAGA do trabalho IDEAL em que o protagonista, a cada episódio encontra uma barreira e o público que o assiste fica cúmplice de seus atos e torce para que tudo dê certo, esperando até um milagre ou um personagem que venha atender seus pedidos. Brincadeiras à parte, a “saga” é de se estabelecer em um segmento no mercado de trabalho e se realizar em uma carreira profissional. A busca da realização profissional é uma das principais inquietações do ser humano, pois se relaciona a independência financeira e a sua própria satisfação pessoal em fazer e/ou trabalhar no que realmente o satisfaz. Ter o êxito neste encontro “realização profissional” versus “fazer o que gosta”, envolve algumas barreiras em nosso dia-a-dia, como o próprio mercado de trabalho, sua escolha na carreira profissional e de grande relevância que sabe fazer de melhor, assim aumentará o seu “leque” de empregabilidade. Para falar em empregabilidade devemos saber o que é e a sua importância. Vários autores e especialistas escrevem a respeito deste tema. Afinal, o que devemos saber para não sofrer consequências das mudanças globais e as novas atividades funcionais que estão surgindo, algumas oriundas da inovação e outras pela mudança dos negócios? Destaco aqui que a empregabilidade está na capacidade de evoluir como profissional em sua carreira e principalmente manter-se empregado defronte a rápida construção de novos negócios ligados a tecnologia que mudam a maneira de desenvolver as atividades diárias, que nós estamos acostumados executar. Assim, o indivíduo que está sintonizado pelos fatores que afetam o trabalho, terá um grau maior de empregabilidade no mercado de trabalho. Além de ter uma ocupação que lhe gere renda estará fazendo o que realmente gosta e, porque não dizer, contribuindo nas mudanças que estão acontecendo, sendo um agente de transformação ativo e indispensável pelas empresas que disponibilizam vagas buscando profissional com este nível de entendimento. Então, ao colocar-se disponível no mercado de trabalho além de se relacionar com outras pessoas, também terá propostas criativas, capacidade de inovar e de se manter atualizado com as mudanças que ocorrem, consequentemente se posicionar com destaque requer muita energia e foco no que se propôs em sua carreira. A empregabilidade se bem trabalhada empregando seus conhecimentos, mais habilidades que adquiriu em toda sua vida, tem um impacto enorme em sua vida profissional, pois, trará segurança, autoconfiança e muita motivação em inovar e de se desenvolver constantemente, atenderá os segmentos de negócios em suas mutações. É fato, que as funções como já foram descritas não existam mais ou irão sumir, mas por outro lado tem um bom índice de novas ocupações com remunerações das mais diferenciadas, só bastará você escolher e atingir o sucesso em sua realização. Mas, se não estou neste nível de empregabilidade ainda, estou no meu 1º emprego e/ou atividade profissional, como devo me organizar para ter está segurança profissional? Seguem algumas sugestões: 1. Desenvolver suas competências; 2. Ser proativo; 3. Se relacionar bem (ser educado, saber ouvir, ter opinião com base, respeitar as diferenças...); 4. Ser independente, autoconfiante e motivado. Caso não tenho 100% destas habilidades citadas é agora o momento para começar a sua “SAGA” em busca de sua empregabilidade. Inicie conhecendo seus pontos fortes e os pontos que devem ser melhorados, isso é indispensável para que se aprimore e conheça melhor. Claro que ter mais pontos fortes do que aqueles que tenho que melhorar é uma vantagem significativa, mas, sabemos que a proatividade e a iniciativa em fazê-lo fará a grande diferença frentes aos demais concorrentes que disputam a mesma colocação no mercado. O mercado está aquecendo, mesmo com tantas dificuldades que vivenciamos em nosso dia-a-dia, seja na economia nacional ou local, com o custo de vida aumentando nos alerta ainda mais da necessidade de melhorar nossas habilidades, competências e inovações. Finalizando, ter uma formação atualizada, um bom relacionamento interpessoal e saber trabalhar em equipe são requisito que lhe ajudarão a iniciar a caminhada e por consequência realizar as suas expectativas profissionais e pessoais. Seja protagonista da sua vida.
24/09/2020 - Recursos Humanos em Organizações de Terceiro Setor
De Leliane Hoffmann da SilvaAs ONGs por serem instituições sem fins lucrativos atuam em diversas áreas como educação, saúde, cultura, esporte além da defesa dos direitos, o inicio da grande maioria das instituições deu-se pelos movimentos sociais, porem a maioria das pessoas acredita que estas instituições são apenas uma “forma de caridade” realizada por pessoas e empresas. Entretanto as ONGs são agentes diretos de mudança para a sociedade onde está inserida. E sob a ótica da gestão de pessoas, o presente artigo tem por objetivo conhecer os modelos de gestão de recursos humanos adotados pelas instituições do Terceiro Setor, bem como tomar conhecimento das dificuldades encontradas pelas mesmas para a estruturação do quadro de voluntários. O estudo é elaborado a partir de material já publicado, constituído principalmente de livros, artigos de periódicos. A superação dos desafios analisados, nos mostra que todo o trabalho é realizado pelas pessoas, e as organizações do Terceiro Setor são constituídas para pessoas, e este objetivo reforça a necessidade de ter um bom gerenciamento de recursos humanos, de uma forma a encontrar condições para desenvolver da melhor maneira o trabalho.INTRODUÇÃO Administrar uma organização tradicional não é uma tarefa fácil de ser realizada; os empreendedores enfrentam diariamente a competitividade do mercado, mudanças econômicas, tecnológicas, além da presença constante das dificuldades com o conhecimento, gerenciamento de equipe, além de ter todo o conhecimento relevante para uma boa administração. Entretanto quando falamos em administrar uma instituição sem fins lucrativos o processo torna-se ainda mais difícil, sua estrutura e gestão nem sempre se apresenta de forma adequada, com os departamentos estruturados como recursos humanos, financeiro e gerência; a sociedade reconhece este tipo de organização como uma estrutura de ação caridosa. No mundo atual caracterizado por alta competitividade e mudanças constantes, uma instituição sem fins lucrativos necessita de um modelo de gestão de recursos humanos de acordo com o seu perfil e com demandas específicas para este tipo de organização; sendo necessário então um estudo das características relacionadas entre a administração de recursos humanos e o terceiro setor. O empreendedorismo social já possui seu espaço na estrutura de qualquer comunidade, tendo em vista os problemas gerados pela exclusão, e estas ações tomadas pelos empreendedores sociais são capazes de causar mudanças essenciais na comunidade onde atuam. A maior contribuição que um profissional de recursos humanos pode dar para uma organização sem fins lucrativos é selecionar corretamente os colaboradores, pois estes colaboradores vão precisar estar alinhados e ter atitudes adequadas à cultura, a missão, a visão e aos objetivos da ONG. O Terceiro Setor surge na forma de sociedade civil organizada, composta por uma vasta gama de organizações que possuem como objetivos os problemas sociais, já abordados pelo estado e organizações privadas. (...) o ponto de vista de que a sociedade pode ser organizada a partir de três setores está se consolidando. Mais do que a adoção de um novo conceito, isso denota uma nova mentalidade, apoiada no reconhecimento da importância das iniciativas que surgem espontaneamente no seio da sociedade civil e de que o ‘modelo dualista’ não é suficiente para oferecer respostas plenas aos dilemas sociais da atualidade (SILVA, 2001, p. 20). Para cada cultura são encontrados termos como “setor da caridade”, “setor independente”, “setor voluntário”, “organizações não governamentais”, “economia social”, “filantropia” etc., o que acaba gerando dificuldades para estabelecer relações de semelhança entre os setores, em cada país. Cada denominação deixa claro o aspecto da realidade representada pelo terceiro setor. Desde os países desenvolvidos da América do Norte, Europa e Ásia até as sociedades em desenvolvimento da África, América Latina e do antigo bloco soviético, pessoas estão formando associações, fundações e instituições similares para a provisão de serviços humanitários, promover o desenvolvimento econômico de base, prevenir a degradação ambiental, proteger direitos civis e perseguir milhares de demandas que não eram atendidas ou eram deixadas de lado pelo Estado (ALVES, apud SALAMON, 1994, p. 109). O Terceiro Setor conta com uma estrutura específica, onde ele engloba todo o tipo de organização sem fins lucrativos.
19/02/2020 - Gestão Financeira utilizando o registro de Contas a Pagar
Autor: Alaxendro Rodrigo Dal Piva Estar atento a tudo o que acontece na empresa é fundamental para que possa ter o controle de suas obrigações (dívidas) a curto, médio e até de longo prazo, pois precisará efetivar a quitação nas datas estabelecidas. Realizando agendamento poderá estabelecer prioridades dos compromissos através dos vencimentos e por consequência a necessidade de caixa (dinheiro disponível) para sua quitação. Tal procedimento parece simples, mas estabelecerá o crédito junto a seus fornecedores e emissão de negativas nas esferas governamentais. O agendamento auxiliará no monitoramento do montante de compromissos e de qual dia terá mais obrigações a cumprir, de maneira a realizar um calendário determinando qual o dia mais adequado da semana no mês para efetuar as quitações. Tais registros se relacionam diretamente com o Fluxo de Caixa, espelhando a quantidade de recursos necessário. Controle de contas a pagar e pagas possibilita o conhecimento dos vencimentos dos compromissos, estabelecendo as prioridades desses compromissos, de modo que se saiba como agir caso ocorra alguma dificuldade financeira. Também, essa forma de controle auxilia no monitoramento do montante de compromissos já vencidos e que não ocorreu a quitação de dívida. Outro auxilio é a verificação de fluxo de compromissos já pagos.Na estrutura proposta como modelo traz o período/mês, Data do Pagamento, número para controle e monitoramento, o detalhamento da obrigação a Pagas no campo Descrição, o Valores a Pagar, Valores Pagos/Quitados e os Valores Quitados Acumulativos, para acompanhar o que falta para quitar das aquisições/provisões realizadas pelas atividades existentes na empresa. A importância o uso desta ferramenta de controle e a sua utilização diária é indispensável para saber a data e valores para efetuar a quitação de todas as obrigações do período proveniente das aquisições/quitações, de maneira a ficar claro a composição real dos desembolsos, assim, será simples a adoção da empresa para controle de sua atividade mercantil. O uso do controle das Contas a Pagar contribui para estruturar o Fluxo de Caixa e ter certeza sobre a movimentação dos desembolsos e monitorar seus gatos e/ ou desvios de recursos.   Modelos de planilhas acesse: https://www.afinanceiro.com.br/
30/01/2020 - Gestão Financeira utilizando o registro de Contas a Receber
Autor: Alaxendro Rodrigo Dal PivaA utilização do registro de Contas a Pagar e do a Receber, é fundamental pois, ajuda o Gestor identificar os prazos dos pagamentos e recebimento auxiliando na política de compra e venda, promoções, descontos e na Gestão mais real de seus recursos.   Importantíssimo saber detalhadamente o prazo do recebimento dos valores das Contas a Receber, pois, não saber exatamente traz descontrole, falta de cobrança dos recebíveis e muitas vezes cobrança em duplicidade (ninguém gosta de ser cobrado por algo que já pagou), não esqueça dessas dicas.   Estar atento a todas as vendas que acontecem na empresa é fundamental para que possa ter o controle do volume de recurso a receber e também as comissões a serem pagas aos seus vendedores (colaboradores) a curto, médio e até de longo prazo, pois, poderá precisar antecipar algum recebível, assim, saberá o qual utilizar.   Destacando que o registro poderá noção clara dos recebíveis nas datas negociadas e por consequência a reposição diário no caixa (dinheiro disponível) da empresa. Tal procedimento parece simples, mas poderá estabelecer limites de crédito junto a seus Clientes e, por consequência, atendê-los de maneira diferenciada dada ao volume e valores negociados.   Auxiliando no monitoramento do montante de suas entradas (vendas), de maneira a realizar um calendário determinando qual o dia mais adequado da semana no mês para aplicações e/ou novas compras.   Esse registro das Contas a Receber se relacionam diretamente com o Fluxo de Caixa, espelhando a quantidade de recursos disponíveis para os próximos dias. A estrutura proposta como modelo traz o período/mês, Data do Recebimento, número para controle e monitoramento, o detalhamento das Vendas a Prazo realizadas, o Valores a Receber de cada cliente, Valores já Recebidos e os Valores Recebidos, trazendo saldo Acumulado dos valores já recebidos, para acompanhar o recebido e o que falta a receber das vendas realizados a prazo dos produtos comercializados pela empresa.   A importância do controle das Contas a Pagar contribui e muito para estruturar o Fluxo de Caixa e ter certeza sobre a movimentação dos reembolsos e monitorar seus os valores a receber e/ou registros fidedignos dos recursos negociados.
06/01/2020 - Gestão Financeira utilizando o registro do Caixa Diário
Autor: Alaxendro Rodrigo Dal PivaA importância o uso do Caixa Diário é a utilização diária para efetuar todos os registros de suas movimentações para que fique claro a composição dos seus desembolsos e reembolsos, pois, é uma ferramenta simples e disponível em várias versões, ainda a desejar na adoção por alguns gestores, é um passo determinante para o bom controle de sua atividade mercantil.  O uso do Caixa Diário contribui para ter certeza de tudo o que ocorre em sua movimentação financeira, seja o Gestor ou Colaborador responsável pelos seus registros, ajuda a verificar se não existem erros de registro ou desvios de recursos. A sua estrutura traz o saldo inicial e saldo final do dia, assim fica fácil saber o que entrou e saiu de recursos, além de trazer a identificação do que foi realizado.  Na estrutura cabe ressaltar que o Caixa Diário é composto inicialmente com um campo para o saldo Inicial (quanto é disponibilizado o dinheiro) para iniciar o dia, também outro campo para os registros das entradas (reembolso) e das saídas (desembolso) de recursos em moeda corrente (dinheiro), o campo final apresentando qual é o saldo neste dia de sua atividade.Exemplo de Caixa Diário  Data  Entrada  Saída  Descrição das movimentações  Saldo    02/01/2020  -  -  Valor de abertura de caixa  420,00    02/01/2020  50,00  -  Recebimento de venda de produto  470,00    02/01/2020  -  15,00  Pagamento de entrega - Moto Táxi  455,00    02/01/2020  -  78,00  Pagamento da fatura da água  377,00    02/01/2020  120,00  -  Recebimento de cliente de venda a prazo  497,00            497,00  Saldo Final do Dia O exemplo traz alguns registros que proporcionam a visão de como fazer, e, da importância de o registro ter a Descrição das movimentações, auxilia no controle de valores movimentados em todas as atividades, os depositados em bancos, recebimentos e das despesas pagas e para elaboração e análise na sequência no uso do fluxo de caixa.  As informações devidamente registradas evitam também as cobranças equivocadas, erro de troco, transparência da movimentação (segurança para gestores e colaboradores). Assim, o fechamento do caixa todo dia é fundamental para contribuir na sobrevivência da empresa e tranquilidade em sua atividade mercantil.
10/12/2019 - Envolvimento dos colaboradores na participação direta QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO – ÚLTIMA PARTE.
Autor: Alaxendro Rodrigo Dal PivaQUALIDADE DO TRABALHO QT é vista pelas indústrias como uma conquista para todo o mercado. Atualmente, a QT é um diferencial, ou seja, melhora o ambiente de trabalho e a qualidade na produtividade e, faz com que as indústrias adotem práticas e critérios que melhoram sua competitividade. Para Davis (2001), nos últimos anos as indústrias brasileiras estão buscando a melhoria da QT e dos processos produtivos. Portanto, repassam a seus colaboradores ferramentas para que as atividades produtivas e as relações pessoais se efetivem com qualidade. O trabalho assume a importância de uma sociedade ligada à sua responsabilidade social e a sua capacidade de reinventar os produtos, serviços, e mercados novos. As exigências no trabalho fazem que progressos criativos por parte dos colaboradores se tornem constantes, com intuito de melhorar a relação social e de mercado. Destaca-se o desenvolvimento de políticas que melhoram a qualidade no trabalho, sob o ponto de vista organizacional e de assumir compromissos permanentes perante si e com a sociedade, tendo como consequência desta responsabilidade a melhoria dos resultados. Há uma discrepância entre a prática de qualidade a ser utilizada nos processos produtivos e as metas econômicas da empresa Segundo, Pilatti e Bejarano (2005, p. 86): Nas organizações econômicas, ou ainda nas organizações produtivas (para distinguí-las de outras como políticas e as religiosas) há uma dimensão fundamental de conflito entre capital e trabalho. A remuneração de proprietários e sócios constitui uma parcela da produção coletiva que não é incorporada nem à remuneração do trabalho, e nem tampouco a um investimento visando maior competitividade numa situação futura de mercado. Desta maneira com as ações em conjunto nos setores produtivos da indústria têm o objetivo de promover o desenvolvimento contínuo da QT e do uso de novas tecnologias. A criação e a utilização de mecanismos no ambiente de trabalho para promover a avaliação dos processos nas atividades executadas por todos contribuem para o desenvolvimento econômico. Para os funcionários, falar em qualidade, produtividade e competitividade possibilita vincular a prática de qualidade para a melhoria da QT, na relação com as pessoas nos ambientes produtivos da indústria. Então, o desenvolvimento e a utilização de um sistema de qualidade aplicados no trabalho das indústrias pode ser um dos procedimentos para obter um monitoramento das informações relativas a atividades das empresas e assegurar que há qualidade no trabalho. Utilizando-se com maior eficiência as informações existentes em um banco de dados na indústria, a integração entre os setores cria uma rede de relacionamentos que proporciona envolvimento dos agentes responsáveis na transferência do conhecimento adquirido (SLACK, 2005). Com envolvimento dos colaboradores na participação direta nos aspectos do trabalho e de sua qualidade de vida, passam a ampliar suas habilidades e cooperar nos resultados das atividades da empresa.



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